Resposta curta
Um bom projeto começa no processo, não na tecnologia. Primeiro observa-se o trabalho e mede-se a linha de base; depois desenha-se um fluxo limitado, testa-se com casos reais e só então se integra e amplia.
O que observar
A descoberta deve envolver quem executa, quem decide e quem recebe o resultado. O desenho separa regras, informação, exceções e aprovações. Um protótipo valida o percurso; um piloto prova comportamento e valor; a implementação endurece segurança, monitorização e operação. Cada etapa pode parar se não houver evidência.
O problema é claro, mas a forma da solução ainda não.
Existem casos reais disponíveis para testar.
A empresa consegue nomear um responsável pelo processo.
Um exemplo concreto
Num processo de propostas, a primeira semana pode mapear pedidos e medir tempo. O protótipo prepara dois tipos de proposta com dados fictícios controlados; o piloto usa casos reais com revisão humana; só depois se ligam CRM, preços e documentos finais.
Como avançar com segurança
- Descoberta: observar, entrevistar e medir.
- Protótipo e piloto: testar o menor percurso com valor.
- Implementação: integrar, proteger, monitorizar e transferir conhecimento.
Teste no seu processo
Assinale o que acontece hoje. O resultado muda à medida que responde.
Ainda não há evidência suficiente para automatizar. Observe o processo durante alguns dias e registe volume, exceções e tempo gasto.
Perguntas frequentes
É preciso saber antecipadamente qual será a interface?
Não. Pode ser uma integração invisível, um painel, uma área de cliente ou outra forma. A descoberta serve precisamente para não forçar a resposta.
Quando termina o projeto?
Quando a solução está operacional, medida, documentada e com responsáveis claros. A evolução posterior deve responder a uso real, não a uma lista especulativa de funções.